Jornal da Band: Cresce número de erros em plásticas

04:51




O Brasil se tornou um verdadeiro paraíso das cirurgias plásticas. Só no ano passado, foram realizados quase 700 mil procedimentos no país.

 Mas o aumento da procura é acompanhado pelo crescimento das denúncias de erro médico contra cirurgiões plásticos e anestesistas. É o que você vai ver na reportagem especial feita pelo jornal da band. Neste capítulo você pôde ver que um diagnóstico mal feito pode ter consequências irreversíveis.

 É a triste história da jovem que sonhava ter um corpo mais bonito, mas caiu nas mãos de médicos despreparados como o Dr. Ferrucio Dall Aglio. Veja o a reportagem exibida no jornal clicando aqui.

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Dicas de como acabar com a Barriga inchada

07:17

Acordou com a barriga inchada e está morrendo de vergonha de colocar o biquíni? A reportagem do canal Minha vida Tv dá algumas dicas de como reduzir o inchaço e arrasar na praia sem pagar mico!


 

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Plástica de mama pelo SUS poderá ocorrer junto com retirada de câncer

06:37


Plástica não será feita se houver contraindicação médica ou recusa da paciente. Segundo relatora do projeto, mais de 20.000 mulheres esperam pela cirurgia

 A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que obriga os profissionais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar plástica reparadora nas mulheres submetidas à cirurgia para tratamento de câncer na mama. A plástica só não será feita se houver contraindicação médica ou recusa da paciente. Já existe uma lei em vigor que assegura no SUS a cirurgia plástica reparadora na mama em caso de câncer.

 O projeto, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), inova ao prever a simultaneidade da cirurgia reparadora e a plástica. A relatora da proposta, senadora Ângela Portela (PT-RR), disse que mais de 20.000 mulheres estão na fila aguardando a reconstituição da mama pelo SUS, "algumas delas, há mais de cinco anos." Autoestima — "Durante esse tempo, enfrentam a deterioração de sua autoestima e as consequências estigmatizantes da mutilação", observou. Como o projeto foi aprovado em decisão terminativa, será submetido aos deputados, sem ser votado no plenário do Senado, se não houver recursos contrários de pelo menos nove senadores.

 A senadora lembrou que o drama atinge sobretudo mulheres carentes, dependentes dos serviços públicos de saúde. "O que revela uma face inaceitável da desigualdade social marcante de nosso País", criticou. Ela entende que, quando a reconstituição não ocorre no mesmo momento da retirada da mama, a paciente se submete a novo risco cirúrgico. Ângela Portela alertou igualmente para o risco de descumprimento do direito à plástica reparadora quando esta não é feita na sequência da cirurgia oncológica, o que, entende, pode ser igualmente corrigido pela nova lei. [Veja]

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Os perigos do fumo durante a cirurgia plástica

07:08

 

 Para as fumantes que estão pretendendo fazer uma cirurgia plástica, uma má notícia: fumar pode aumentar em até quatro vezes as complicações durante as cirurgias, tanto no pré quanto no pós-operatório.

De acordo com o médico e cirurgião plástico, Marcelo Wulkan, os fumantes podem ter complicações respiratórias pós-cirúrgicas e maior dificuldade para a cicatrização, além do fumo elevar o aumento da produção de radicais livres, desencadeando uma reação de oxidação - o que proporciona o envelhecimento precoce.

Ainda segundo o cirurgião, além da produção de radicais livres, cada cigarro leva a um período de diminuição no calibre dos vasos sanguíneos, aporte de oxigênio e nutrientes na região da pele. "Alguns estudos apontam um aumento de até quatro vezes o número de complicações e intercorrências em decorrência do tabagismo, especialmente no aparelho respiratório, necrose e cicatrização da área operada", explica.


O especialista lembra também que o tabagismo ainda contribui para a tosse e infecções respiratórias, o que pode aumentar a pressão arterial ocasionando sangramentos, além da grande possibilidade de ‘estourar os pontos’ em cirurgias como abdominoplastia ou plástica e implante de mamas. Mas, não é só isso, na cirurgia plástica de nariz a mucosa nasal pode ficar mais sensível durante a fase de recuperação, sem falar que o tabagismo também aumenta muito a chance de necrose (morte da pele) em casos de operações ou lifting faciais.

Portanto, independente do tipo de cirurgia que você pretende se submeter, o médico afirma que vale a pena o esforço de parar de fumar. "O tabagismo, associado à exposição solar sem proteção, constitui um fator externo que agrava, e muito, o processo de envelhecimento natural", alerta o médico reforçando que o interessado em realizar cirurgia plástica, deve consultar sempre um especialista.

 [Vila mulher]

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Vídeo Labioplastia: Cirurgia de retirada de excesso dos lábios vaginais

06:59

 

Reportagem que mostra os detalhes de uma Labioplastia ou ninfoplastia, cirurgia plástica que consiste na remoção de pele dos lábios vaginais, mostrando os resultados antes, durante e depois da operação.


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Conheça as aplicações dos procedimentos a laser e as suas vantagens

17:08



Sem cortes, laser provocaria menos dor e uma recuperação mais branda, quando a recomendação da cirurgia é inevitável, seja ela plástica ou clínica, a vontade do paciente é uma só: de que a invasão no corpo ocorra da menor maneira possível. A ansiedade para que o procedimento seja realizado com laser — o que provocaria menos dor, sem cortes, com uma recuperação mais branda — é bastante comum.

Porém, o desejo do paciente e a vontade do médico de simplificar a maneira como será realizada a cirurgia podem ser os pivôs da confusão instalada nos blocos cirúrgicos. E são os procedimentos realizados por vídeo os que vivem no centro das ideias deturpadas.

A imaginação de que tudo pode ser resolvido ao toque de mágica do raio laser pode ter começado pela oftalmologia. Na década de 1970, quando a correção de miopia começou a ser realizada por intermédio da técnica, criou-se a sensação de que boa partes das cirurgias poderiam ser desenvolvidas no mesmo formato.

Junto a isso, quando os médicos queriam explicar como seria o procedimento, acabavam, comparando com a oftalmológica. "Vai ser só um 'piquezinho', tipo aquela de laser", diziam os cirurgiões. Isso gerou na cabeça das pessoas a ideia de que de uns anos para cá tudo poderia ser solucionado à laser. É o que acredita Luiz Roberto Marczyk, professor da Ortopedia de Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS):

— Como os procedimentos feitos por vídeo, por exemplo, têm cortes mínimos e recuperação rápida gera essa incorreção.

Luis Ricardo Tarragô Carvalho, coordenador dos setores de Catarata e de Cirurgia Refrativa do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), concorda com Marczyk e defende que o grande sonho das pessoas é de se tratarem sem corte aparente:

— O laser é absorvido por alguma cor e os tecidos dos olhos são transparentes. É por isso que é possível atingir a região da córnea sem danificar o resto. Em outras partes do corpo é muito mais delicado — destaca Carvalho.

Em via de regra, a população em geral têm em mente que todas as cirurgias minimamente invasivas são a laser, conforme o chefe do Serviço de Cirurgia Oncológica da Santa Casa de Porto Alegre, Antonio Kalil. Para ele, esse é um dos grandes mitos na área cirúrgica:

— Os minimamente invasivos necessitam de minúsculas incisões por onde são introduzidos pequenos instrumentos. O laser é usado especialmente na oftalmologia, e não nas cirurgias minimamente invasivas de abdômen e tórax.

Ação dos raios

Os Raios Laser são fontes de energia movidas por gases nobres, como C02, argônio e rubi, e usado em várias especialidades médicas. O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, Claudio Roncatti, arrisca dizer que o laser é capaz de substituir o bisturi em qualquer situação. Na prática, apenas 5% dos casos se usa o laser, conforme o ortopedista Luiz Roberto Marczyk.

Aqueles que se utilizam do laser afirmam que as vantagens são maiores. Como se trata de um procedimento de invasão microscópica, se reduz o tempo de hospitalização e de espera pelo retorno às atividades habituais. Os riscos de sangramentos e infecções também são menores. Por outro lado, não é por ser feito a laser que a anestesia pode ser dispensa ou riscos eliminados. Por lidar com níveis de calor, um procedimento mal realizado pode resultar em queimaduras e comprometimento dos órgãos.

As diferenças entre as vídeos

Por ter cortes mínimos, as cirurgias por vídeo são as mais confundidas pelos pacientes com àquelas a laser. A técnica que consiste em algumas perfurações no objeto de tratamento permite que uma câmera ótica seja introduzida no interior do organismo juntamente com um bisturi. Por ser de menor agressão ao corpo, se comparada às tradicionais de corte e costura, esse tipo também permite que os pacientes se recuperem mais rapidamente. Não é raro que o indivíduo nem necessite de internação.

Veja quais são os principais tipos:

Video Laparoscopia: a maior parte dos procedimentos são realizados para a retirada de pedras de vesículas e de apêndices, com quatro cortes na barriga (dois de um centímetro e dois de cinco milímetros). É possível também a retirada do útero e operações de esôfago, estômago, rins e para obesidade por este método, com até cinco cortes em dimensões semelhantes.

Video Artroscopia: dois ou três furos no local de meio centímetro são o suficiente para se operar articulações como ombro, joelho, punho, cotovelo e tornozelo. Em um dos buracos se introduz o soro fisiológico, que expande a área a ser tratada para que a câmera introduzida por outro orifício possa observar o interior da estrutura. É usada por muitos atletas, que já podem retornar às atividades de impacto em cerca de dez dias.

Saiba o que é usado em cada cirurgia

Laser é a abreviatura de Light Amplification by the Stimulated Emission of Radiation (amplificação da luz pela emissão estimulada de radiação). A ferramenta foi empregada inicialmente na oftalmologia em experimentos de fotocoagulação em retina de animais. Em 1971, seu uso se difundiu e começou a ser usado em áreas médicas. Veja as áreas onde a aplicação é mais comum:

Oftalmologia

A oftalmologia praticamente não trabalha mais com bisturi há mais de 30 anos. Em vez de cortar o tecido do olho, o laser é capaz de evaporar o local por meio de ondas de calor. Assim, a incisão se torna mais precisa. A técnica permite que o procedimento seja realizado em 20 minutos para cada olho, no máximo.

:: Glaucoma: O laser é capaz de secar pequenas hemorragias provocadas pelo diabetes.

:: Catarata: Após a cirurgia de cataratas é comum que uma membrana se forme atrás da lente que foi implantada no olho. O laser é capaz de gerar pequenos orifícios para a abertura dessa membrana.

:: Refrativa: Esse é o tipo mais popular. Com o laser, o médico lapida a córnea para devolver a visão de qualidade ao paciente sem o uso de lentes, com um corte que é 30 vezes menor que um grão de arroz e sem sangramento. O método só tem efeitos comprovados em portadores de miopia, astigmatismo e hipermetropia que não enxerguem de longe. Para perto o óculo segue sendo recomendável. A anestesia é feita com colírio ou injeção ao redor do globo ocular.

Dermatologia

O laser pode ser utilizado em vários tipos de doenças de pele, menos para tratar tumores malignos. Veja as mais comuns:

:: Psoríase e vitiligo: o raio favorece a produção de melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele.

:: Má formação vascular: os hemangiomas, popularmente chamados de varizes, podem ser contornados com aplicações de laser. O feixe de luz realiza a fotocoagulação e, por consequência, a secagem desses vasos.

Medicina estética

Esta é uma das áreas que mais tem se apropriado dos benefícios do laser, tanto para cirurgias, quanto para tratamentos de beleza, como retirada de manchas e olheiras, tratamento de rugas e rejuvenescimento facial. Entretanto pequenos cortes são necessários para a entrada do equipamento:

:: Suor excessivo: atua nas regiões da face e do corpo, principalmente, axilas, mãos e pés, eliminando as glândulas sudoríparas e diminuindo a transpiração.

:: Lipoaspiração: o aparelho de laser0 é acoplado a uma cânula de um milímetro de largura, que o conduz até as células de gordura conhecidas como adipócitos e pode ser realizado no corpo e no rosto. A energia luminosa rompe a membrana dessas células de gordura. O óleo contido nessas estruturas é liberado e removido através da cânula.

Urologia

Apesar de ser menos agressivo e reduzir os riscos de complicações para os pacientes, o laser ainda é pouco usado nos hospitais gaúchos, com exceção do tratamento de pedras nos rins. Conforme o chefe do serviço de Urologia da PUCRS, Jorge Antônio Pastro Noronha, o alto custo do equipamento e dos procedimentos faz com que haja esse retardo de investimento. A boa notícia é que o equipamento deve chegar ao Estado dentro de poucos meses.

:: Cálculo renal: a luz amplificada do laser promove calor e é capaz de desintegrar a pedra a tal ponto que é expelida naturalmente na urina, sem que o paciente perceba. O aparelho de laser é acoplado em um cano de cerca de 3,5 milímetros e introduzido pela uretra. O seu foco é afinado para que atue diretamente no foco, assim, é capaz de quebrar o cálculo em qualquer local do trato urinário: uretra, bexiga ou interior do rim.

:: Tumores e estreitamento do trato urinário: o aumento da próstata faz com que haja estreitamento do trato urinário, o que atinge metade dos homens com mais de 50 anos. Para diminuir a próstata é possível usar o laser para pulverizá-la até que se desobstrua. O método também pode ser aplicado para retirada da próstata, eficaz no tratamento de tumores. O procedimento realizado pelo laser de vaporização permite uma intervenção ambulatorial e o indivíduo é liberado em seguida e sem sonda.

Ginecologia

A ginecologista especializada em laser terapia e videoterapia, Fabíola Zoppas Fridman, afirma que a primeira coisa que as mulheres perguntam quando uma cirurgia é indicada é se podem fazer a lazer? Isso porque o retorno ao trabalho é mais rápido e não há cicatrizes. A ferramenta não é indicada para cânceres, que são procedimentos complexos, mas sim para doenças benignas ou pré-malignas.

Tratamentos realizados habitualmente apenas com lazer:

:: HPV de colo e verruga genital: substitui a cauterização, que queima a pele e oferece o risco de retorno.

:: Estética ginecológica: o calor do lazer é capaz de diminuir ou aumentar os lábios genitais sem a necessidade do uso do bisturi. O diâmetro da vagina também pode ser alterado da mesma forma. A diferença para o método tradicional é que nesses casos, a anestesia pode ser local com sedação em vez de anestesia geral. O tempo de espera para se ter relações sexuais é de 15 dias no máximo em comparação com a tradicional que é de 40 dias.

Tratamentos em conjunto com videocirurgia:

:: Ligadura de trompas: Depois de fazer os cortes necessários, o aparelho de laser é introduzido juntamente com a câmera de vídeo por um orifício de 2 centímetros, no máximo. Feixes de luz são disparados, cortando as trompas.

:: Endometriose: A câmera de vídeo é introduzida na barriga para identificar os focos de endometriose. Oferece maior segurança e a possibilidade de acessar locais mais complicados através dos métodos tradicionais, como bexiga e intestino. Além disso, é capaz de preservar melhor o ovário, reduzindo ainda mais o risco de infertilidade.

Cardiologia

Em Porto Alegre, o Instituto de Cardiologia chegou a fazer mais de 30 procedimentos nos últimos cinco anos utilizando o laser. A ferramenta era empregada, principalmente, naqueles pacientes em que a veia coronária era tão comprometida de que não havia possibilidade para a realização de ponte de safena. Há um ano, pelo menos, as cirurgias cessaram. Observou-se que o raio laser perfurava o músculo cardíaco e isso fazia com que se criasse uma inflamação ao longo do trajeto do laser. Ou seja, uma neoformação de capilares no miocárdio que ocorre quando novos capilares se formariam pela reação inflamatória.

Saiba Mais (Zerohora.clicrbs.com.br)






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Ainda não há cura definitiva para celulite, diz especialista

10:03


"Quando há muitos tratamentos para a mesma coisa, é porque nenhum deles resolve o problema."

A fala do presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica de São Paulo, Carlos Alberto Komatsu, põe na dimensão certa a profusão de novidades que surgem todo dia como "solução" para celulite.

"Nenhum tratamento tem 100% de cura. Estamos ainda longe do resultado perfeito."

Muitas técnicas, no entanto, podem melhorar a aparência das áreas afetadas, além das cirurgias, que, avisa Komatsu, também não garantem resultados bons e duradouros.

O que mais funciona contra a celulite é o mais difícil: combinar alimentação certinha, atividade física e cuidados com a pele.

Mas, vá lá: a dermatologista Ligia Kogos diz que uma das novidades é o preenchimento da pele com ácido hialurônico. A substância estimula a formação de colágeno e, diz ela, "faz desaparecer" o desnível da região afetada.

Outro tratamento em voga é a intradermoterapia. São injetados no tecido gorduroso coquetéis de substâncias semelhantes às dos cremes para celulite, como ginkgo biloba.

Entre os aparelhos, os mais eficazes combinam procedimentos, segundo a dermatologista Denise Steiner. Alguns têm laser associado a ultrassom, radiofrequência e luz infravermelha.

Segundo Komatsu, essas técnicas não invasivas podem destruir células gordurosas. "Mas os efeitos em comparação à cirurgia são inferiores."

Já os cremes são controversos. Para Komatsu, são "enganação".

A dermatologista Denise Steiner diz que não dão resultados isoladamente nem alteram o corpo. Podem melhorar o aspecto da pele, hidratando-a.

Ligia Kogos afirma que eles podem funcionar se contiverem ativos "poderosos" como cafeína e oxandrolona.

Alimentos que retêm menos líquido ajudam. Inhame, tomate, alho, aveia, cebola e brócolis, além de água e chá, têm esse poder, afirma a nutricionista Tanise Amon.

Ela recomenda ainda dar preferência a proteínas de fontes magras, como clara de ovo e peixes.

MITO

Na academia, não adianta fazer exercícios para glúteos à exaustão, segundo o diretor-técnico da Bio Ritmo Saturno de Souza. "É mito. Os resultados são melhores quando se cuida do corpo todo."

Uma combinação de exercícios aeróbicos e musculares beneficia os sistemas cardiovascular, circulatório e linfático e diminui a chance de o problema aparecer, diz.

Mas a grande causa é a predisposição genética, diz Souza. "Aí, tem que brigar com a família." 


Saiba mais (jornalfloripa.com.br)

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Clínicas sem UTI não poderão mais realizar cirurgia plástica

17:29

(Band) - O Ministério Público vai dar 15 dias para que as clínicas de cirurgia plástica do Distrito Federal deixem de fazer procedimentos sem UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

 A medida de suspender o funcionamento dos locais sem UTI ocorre devido ao número de pacientes que não sobrevivem às complicações depois das cirurgias.

Após a morte neste fim de semana de Marinalda Neves Ribeiro, o promotor de Defesa dos Usuários dos Serviços de Saúde, Diaulas Ribeiro, disse que vai pedir que o Governo do Distrito Federal suspenda todos os alvarás de clínicas que fazem cirurgia plástica sem UTI.

Desde o início do ano, três mulheres morreram no Distrito Federal vítimas de complicações depois de cirurgias plásticas. No dia 25 de janeiro a jornalista Lanusse Martins Barbosa de 27 anos, perdeu a vida depois de uma lipoaspiração feita numa clínica na 715 sul. Em 2 de abril, a assessora Kelma Ferreira Gomes de 33 anos não resistiu e morreu no DF depois de passar por uma cirurgia em Anápolis.

Um quarto caso ainda foi registrado, mas a morte ocorreu em Goiás. A brasiliense Lana Elisa Gomes, 35 anos, morreu em Anápolis no dia seis de março também depois de uma cirurgia plástica.

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Veja seis motivos para fazer cirurgia plástica no inverno

08:01



 O inverno chegou e, com ele, muitas pessoas decidem apostar em cirurgias plásticas. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica registra um aumento de 50% dos procedimentos em julho. Mas engana-se quem pensa que o único motivo é chegar ao verão com o corpo em dia e fazer bonito na praia. 
Confira outras seis vantagens que a estação mais fria proporciona, listadas pelo cirurgião plástico Alan Landecker, autor do livro Cirurgia Plástica Manual do Paciente: 

1) As temperaturas amenas são mais sugestivas ao repouso, o que facilita a recuperação no pós-operatório;

2) O calor pode levar a um edema (inchaço) mais acentuado, causando incômodo, especialmente quando o paciente já tem uma tendência natural à retenção de líquidos;

3) Muitas cirurgias plásticas, como a lipoaspiração, pedem o uso de cintas modeladoras, que são mais toleradas quando a temperatura está mais baixa;

4) As malhas compressivas ou outros curativos poder ser escondidos facilmente pelas roupas mais largas usadas no frio;

5) No inverno, há menor exposição corporal. Além disso, a baixa incidência dos raios solares é fundamental para uma boa cicatrização, pois evita o surgimento de manchas na pele e cicatrizes escurecidas;

6) O período de férias escolares pode colaborar com alguns pais e mães, pela disponibilidade de cumprir o repouso necessário à recuperação.

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"Não se pode confundir uma cirurgia plástica com uma ida ao cabeleireiro"

10:55


Ibérico Nogueira é o cirurgião plástico dos famosos. O seu rosto é conhecido das revistas do social. Em quase 30 anos de carreira já operou mais de cinco mil homens e mulheres. Mas, apesar da idade e das rugas, nunca cedeu à tentação do bisturi 

(Expresso) Seios é com ele. Especializado em mamaplastia de aumento é o mestre criador de alguns dos bustos de figuras de destaque da moda e da televisão. Enquanto o gravador esteve ligado, recusou revelar a identidade das suas musas do peito. Sigilo profissional. Uma tarde inteira à conversa no escritório da sua clínica, em Campo de Ourique a pretexto da comemoração dos 25 anos de abertura do seu espaço ao público. Sobre a mesa, papéis, canetas, livros e... uma prótese mamária de silicone. "As pessoas gostam de ver o que é uma prótese, de a apalpar e de a conhecer através do tacto". Aos 59 anos, assume todas as rugas que a idade lhe sulcou no rosto. Nunca se sujeitou a nenhum retoque cirúrgico. Por duas razões: tem medo de agulhas e, por enquanto, o seu aspecto não o deixa infeliz.



Comentou à entrada que hoje foi um dia intenso para si. Quantas cirurgias fez? Apenas duas. Não costumo ultrapassar essa média diária. Sem vaidade, o que eu faço é comparável ao trabalho de um artista. Quem pensar que pode transformar uma clínica de cirurgia plástica ou estética numa fábrica tem que esquecer esta profissão e dedicar-se ao negócio dos sapatos...


Conhece muitas clínicas assim? Conheço aquelas que você conhece e que estão no mercado e que realmente tentam, através de técnicas de marketing agressivas, massificar e mercantilizar este tipo de tratamentos. Não gostaria de me referir a nenhuma clínica em especial...



Como quer que as pessoas saibam do que fala se não é mais claro? As pessoas sabem das clínicas que fazem campanhas nas televisões, nas revistas. E eu acho que, essencialmente no campo da cirurgia, não é possível transformar uma clínica numa fábrica sob pena da qualidade se deteriorar imenso.


Mas o senhor é frequentemente referido nas revistas sociais por ter operado uma série de figuras públicas, do meio artístico e não só. Isso não é publicidade, transmitida pela boca de muitos famosos? Deixe-me dizer-lhe que descendo de uma família de médicos. Já o meu bisavô era médico, depois o meu avô e o meu pai. Sempre considerei que a ética na minha profissão é muito importante. Jamais seria capaz de utilizar uma figura pública para me promover. Hoje há muitos cirurgiões que operam pacientes gratuitamente e que fazem essas pessoas assinar um contrato para que posteriormente dêem a cara na comunicação social. Jamais seria capaz disso.


Ana Maria Lucas e Dina Aguiar foram as mais recentes figuras públicas que apareceram na imprensa a elogiar as cirurgias estéticas que fizeram na sua clínica. (pausa) Não confirmo, nem desminto. Se por algum motivo alguém dá a cara e refere os meus serviços é por mote próprio porque eu faço questão de resguardar a privacidade das minhas clientes. Acho que é o mínimo que um médico-cirurgião com um mínimo de ética deve fazer.

Como é que as pessoas podem identificar quem são os profissionais mais sérios, éticos e competentes? Eu diria que hoje em dia o campo da medicina e da cirurgia estética está a ser invadido por uma série de profissionais que nada têm que ver com a medicina propriamente dita. É o caso de nutricionistas, dentistas, esteticistas e até cabeleireiros. De repente, de um momento para o outro, essas pessoas começam a injectar nas pessoas feelers, ácido hialorónico, botox, e até mais grave, fazem uso do silicone. E de repente as complicações começam a aparecer de uma forma crescente e abrupta porque essas pessoas não estão habilitadas para resolver eventuais complicações.


Qual a sua opinião acerca dos novos tratamentos de 'lipoaspiração não invasiva' de que tanto se fala? É apenas marketing inteligente. Também eu tive uma máquina de cavitação no meu consultório durante vários meses em que fiz tratamentos a variadíssimas pessoas e o aparelho pura e simplesmente não funcionava. Ou melhor, tinha resultados muito ténues. As pessoas a quem apliquei esses tratamentos não apresentaram melhorias.

Acha então que esse é mais um embuste que está no mercado?
Os tratamentos que pomposamente têm sido designados por 'lipoaspiração não invasiva' e amplamente promovidos por campanhas de marketing, nada têm que ver com medicina séria. É importante que o público comece a perceber que a maioria destes aparelhos apelidados de 'cavitação' servem apenas para justificar os milhares de euros cobrados pelos tratamentos. O que realmente faz o paciente perder alguns centímetros na cintura ou nas coxas é apenas a dieta que acompanha o tratamento, pois se a dieta não for respeitada não haverá perda nem de um milímetro. Por isso, aconselho as pessoas a experimentarem fazer apenas uma boa dieta pois os seus resultados serão exactamente sobreponíveis àqueles com cavitação e seguramente mais acessíveis.


Em quase 30 anos de carreira, já operou mais de 5000 homens e mulheres, mas até hoje nunca se submeteu a nenhuma cirurgia plástica. Porquê? Felizmente nunca tive necessidade de me submeter a nenhum tipo de intervenção desse género.



A verdade é que tem rugas, papos nos olhos, um certo ar cansado. Em termos técnicos se calhar melhoraria muito com um facelift, com umas infiltrações, ficaria logo mais jovem. Mas nunca o fiz porque as rugas e a flacidez do meu rosto ainda não me deixaram infeliz ou preocupado

Não gostava de parecer mais novo? Obviamente. Quando as pessoas dizem na imprensa que não se importam de envelhecer estão a fugir à verdade. Mas uma coisa é ser idoso, outra é estar-se envelhecido.


Tem medo de se submeter a uma cirurgia plástica? Eu não gosto muito de levar injecções (risos). E acho que, de uma maneira geral, as mulheres são muito mais corajosas do que nós. Se para fazer uma cirurgia plástica fosse apenas preciso usar um programa de photoshop eu, de certeza absoluta, que já me tinha mudado todo. Estaria agora cheio de peitorais... (risos)


É o típico caso 'faz o que eu digo, não faças o que eu faço'. Não é adepto da cirurgia plástica?
Sabe que, ao contrário do que as estatísticas dizem, o número de homens a fazer plásticas não passa dos 10%.


A verdade é que tem à sua disposição todos os instrumentos que lhe poderiam dar um aspecto mais jovem, mais bonito, mais saudável, mais brilhante. Não é tentador?
Julgo que a fronteira que pode fazer com que uma pessoa se decida pela cirurgia plástica é um dia olhar-se ao espelho e dizer 'estou com um aspecto completamente decadente'.


É preciso uma pessoa ter um aspecto completamente decadente para se sentar na cadeira de um cirurgião plástico? Não. As mulheres preocupam-se muito mais com o seu aspecto e começam a interessar-se por esta área quando surgem os primeiros sinais de envelhecimento. Elas são submetidas a um escrutínio muito maior do que o homens. Existe entre as mulheres uma grande pressão, uma grande rivalidade.


Comenta-se que a sua mulher foi submetida a várias cirurgias estéticas. Diz-se mesmo que foi toda esculpida por si. É verdade? Não. É completamente falso dizer-se que ela é uma criação minha. Isso é surrealista. Aliás, toda a gente que conhece a minha mulher sabe que ela é favorecida pelos seus genes. Foi sempre linda. Mas, como todas, preocupa-se com os tratamentos estéticos. Portanto, fez uma coisa ou outra...


Que tipo de cirurgias fez? Eu não gosto de falar de pessoas muito chegadas a mim, à minha família. De qualquer maneira, ela nunca necessitou de se submeter a um tratamento muito agressivo ou uma cirurgia complicada. Ela é uma mulher relativamente jovem. Mas não sei se, um dia mais tarde, ela não sentirá necessidade de se rejuvenescer, tratar do perfil corporal...


Entretanto acaba de inaugurar uma nova clínica no Algarve. A crise parece não o afectar. A procura continua a aumentar? Sinceramente não fiz nenhum estudo de mercado. Abri aquele espaço porque não queria passar a minha vida entre quatro paredes a operar sem poder assistir aos nossos belíssimos pôr-do-sol. Estarei mais perto da praia.


A sua clínica de cirurgia plástica continua a render dinheiro mesmo com a crise instalada? Como qualquer actividade tem as suas oscilações. Mas neste sector, francamente, não se sente muito a crise. E sabe porquê? Julgo que as pessoas aproveitam as crises para cuidarem de si. Para arranjarem um tempo para elas.


Tem sido criticado pela Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética que questiona o valor da especialidade que tirou no Brasil. Porquê?
A explicação é simples. Em dado momento da minha vida eu tive a sorte e a rara oportunidade de ir para o Brasil com os meus pais. Durante cinco anos fiz a minha especialidade na Clínica Fluminense de Cirurgia Plástica, em Niterói. Uma clínica muito grande e muito conhecida no Brasil, com 15 cirurgiões que trabalharam com o Pitanguy. Regressei a Portugal em 1983 com alguma irreverência e ingenuidade. Instalei-me e comecei a trabalhar sem prestar vassalagem a ninguém.


O que quer dizer com vassalagem? Eventualmente teria que me submeter a um exame na Ordem dos Médicos para obter a equiparação do título em Portugal. Ora, eu considero que já fiz os exames todos que tinha que fazer na minha vida. Julgava que o acordo cultural luso-brasileiro que vigorava na época daria equivalência de títulos de curso e especialidade entre os países. Por razões que eu considero corporativas esse acordo não foi respeitado. Continuo a seguir o conselho de um grande mestre de cirurgia plástica: "Preocupe-se com os sucessos e resultados das suas cirurgias e não com títulos ou honrarias".

Já passou por alguns sustos? Sim. Felizmente nunca tive uma complicação grave. Os sustos por que passei foram menores. Refiro-me por exemplo a cirurgias em que o processo cicatricial demorou mais a recuperar ou não reagiu da maneira que eu esperava (formação de cicatrizes quelóides). Mas sou sempre muito cauteloso. O meu pai, que era professor catedrático em ginecologia na Universidade de Coimbra, ensinou-me que a vida de um cirurgião é como a de um toureiro: quando sofre uma colhida forte não recupera...


Acha que os portugueses que recorrem a uma cirurgia estética estão conscientes dos riscos e imponderáveis que podem ocorrer? Não. Infelizmente este tipo de cirurgia está tão banalizada que é necessário colocar algum tipo de travão a esta loucura e informar a população sobre os riscos. As pessoas não podem confundir uma cirurgia com uma ida ao cabeleireiro. Por isso considero que as pessoas ligadas à Ordem dos Médicos têm a obrigação de constituir fóruns nos media, para informarem a população sobre o alcance e os limites de cada técnica cirúrgica.


Costuma alertar os seus pacientes para os riscos que correm sempre que se submetem aos seus tratamentos? Sempre. É fundamental que o paciente saia de uma consulta completamente informado sobre todo o tipo de complicações que se podem desencadear com determinado procedimento cirúrgico.


Nas suas consultas costuma usar o photoshop para mostrar aos pacientes como poderão ficar após a operação. Não tem medo de criar falsas expectativas? Há duas maneiras de usar um programa de tratamento de imagem. Uma delas é usada de maneira séria, mostrar ao paciente o que eu julgo ser capaz de fazer, outra coisa é provocar falsas expectativas, e isso é ser desonesto. Não me incluo nesta segunda hipótese.
Pode-se entrar numa clínica com um abdómen muito saliente e sair com uma barriga lisa, sem marcas visíveis? Não. Impossível!



Mas há muita gente a achar o contrário. Sim. E por isso é muito importante que o cirurgião informe o paciente que não há cirurgias sem cicatrizes - porque onde passa o bisturi fica sempre uma cicatriz - e que não podemos fazer milagres. Os pacientes obesos não devem ser submetidos a tratamentos agressivos, nem invasivos. Ou seja, a obesidade não deve ser tratada com lipoaspirações. A lipoaspiração deve ser só efectuada em pacientes que estejam perto do peso ideal.


Qual o risco de se efectuar uma lipoaspiração num paciente gordo? É muito alto. Qualquer paciente com qualquer grau de obesidade é sempre um candidato a uma embolia gorda, a um problema vascular, cardíaco, entre outros. Portanto, temos a obrigação de não criar ilusões nas pessoas que nos procuram.
Já se recusou a operar alguém? Sim. Sempre que o paciente tem uma expectativa irrealista dos resultados. Já chegarem pessoas ao meu consultório com fotografias de artistas de cinema na mão...

São muitas as mulheres que recorrem a si para mamaplastias de aumento, a sua especialidade. A actriz e modelo Cláudia Vieira, por exemplo. (pausa) Se me perguntar se já diversos modelos e actrizes se submeteram na minha clínica a pequenas cirurgias que lhes mudaram completamente a carreira? Respondo-lhe imediatamente que sim. A mamaplastia de aumento continua a ser a cirurgia mais procurada pelas mulheres em todo o mundo.


Ainda hoje não se conhece a longevidade de uma prótese mamária no corpo humano, nem os seus efeitos e impacto a longo prazo. O corpo humano trata a prótese como um elemento estranho e então envolve essa prótese com uma película cicatricial que isolará a prótese do organismo. De qualquer maneira se a prótese mamária de silicone apresentar um mau comportamento, se romper, poderá ser removida com facilidade.


E como homem, prefere mulheres com seios naturais ou com próteses de silicone? (risos) Hoje em dia é difícil encontrar uma mama que nunca tenha sido operada (gargalhada). Ao longo da vida a mama de uma mulher sofre muitas alterações. E a partir de determinada idade, depois das gravidezes e aleitamento, a mama perde fatalmente a sua graciosidade. E uma prótese pode devolver uma beleza extraordinária e um perfil harmonioso a uma mama. É inegável!


Não concorda que muitas mulheres que se submetem a determinados tratamentos para disfarçar rugas acabam por ficar com aspecto de bonecos de cera, sem expressão? Claro que sim. São casos de madamismo em que o plano estético dirigido aos pacientes não foi o correcto. Sou radicalmente contra esse tipo de abordagem do envelhecimento. É normal que as pessoas queiram retardar o seu relógio biológico, mas tem de ser com bom senso. Liftings sobre liftings são opções completamente disparatadas.


Qual é a sua opinião sobre os rostos de Manuela Moura Guedes ou de Lili Caneças? Infelizmente já fui considerado o autor das cirurgias a essas senhoras. Confesso que isso me incomoda. Nada tive que ver com nenhum dos casos. E estou à-vontade para dizer que foram casos mal sucedidos nas mãos de outros cirurgiões.


Porque diz que essas operações correram mal? Não sei o que se passou. Mas acho que o embelezamento não foi bem conduzido. No caso da Lili, do ponto de vista do rejuvenescimento, foi um sucesso. Pena é que tenha sido usada como troféu de um cirurgião, de festa em festa...
Acha que a Lili está com um aspecto natural?

Talvez esteja excessivamente rejuvenescida, tendo em atenção a sua idade. Ela foi submetida a um tratamento muito agressivo. Mas para quem quis voltar um bocadinho ao berço, sob o ponto de vista técnico, acho que é um bom resultado. (risos)


E o rosto de Manuela Moura Guedes? É um caso de madamismo? Não quero fazer comentários sobre essa situação. Provavelmente existiram ali alguns exageros. É o tipo de resultado que tem o estigma da cirurgia, do acto médico.


O tamanho dos seus lábios também é muito comentado. Continua na moda a infiltração nos lábios para os tornar mais carnudos à semelhança de Angelina Jolie? Sim, sim. As pacientes que passam a vida a infiltrar as bocas ficam com resultados horrorosos, monstruosas, com aspectos surrealistas.


Como é o caso dos 'novos' lábios da Cinha Jardim? Sim. São um exagero. Ela está com uma boca muito pouco natural. Sou amigo dela e desaconselhei-a a aumentar os lábios, mas ela quis fazê-lo e recorreu às mãos de outro médico. Devia ter ficado com os lábios lindos que tinha.

O que é uma cirurgia estética bem sucedida? É por exemplo alguém submeter-se a um facelift e quando chegar ao pé dos amigos ouvir o comentário: Ah! Estás com boa cara. Com ar descansado. Fizeste algumas férias? Estiveste num spa?


Fonte


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Exames são parte importante do pré-operatório de cirurgias plásticas

10:38


Observar as condições do hospital é uma das medidas necessárias para evitar infecções
(Cribs) O cantor mexicano Luis Miguel foi assunto de revistas e dos sites de fofoca em abril deste ano. Ele ficou 10 dias internado para combater uma bactéria que contraiu após fazer uma lipoaspiração. O hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles (Estados Unidos), não quis divulgar o tipo de micro-organismo que causou o problema, mas o caso dele chama a atenção para um tema pouco falado sobre a cirurgia plástica: o risco de infecção hospitalar.

A assessora de comunicação Vivian Danielle Silva, 26 anos, passou por um sufoco parecido ao do cantor. Em janeiro, depois de muito pensar e pesquisar sobre médicos, decidiu pôr prótese de silicone nas mamas. Cuidadosa, seguiu todas as orientações. Mas, por volta do décimo dia do pós-operatório, ela começou a sentir os sintomas semelhantes aos de uma gripe, além de um inchaço no seio esquerdo.

Assustada, Vivian procurou imediatamente a médica, que, ao fazer um dreno da mama esquerda, percebeu a presença de pus. No hemograma constava a baixa dosagem de leucócitos, um sinal de infecção. A análise do material recolhido deu como resultado a presença da bactéria Staphylococcus aureus, um germe típico do ambiente hospitalar. “A minha médica levantou a possibilidade de retirada da prótese para o tratamento da infecção e eu quase morri de tristeza”, conta Vivian. Mas, depois de 14 dias de tratamento com um antibiótico na veia, a contaminação foi controlada e Vivian não precisou retirar a prótese. “As pessoas falam e pensam muito em erro médico. Acho que elas também devem se preocupar com o risco de uma infecção”, afirma.

O cirurgião Fausto Bermeo acredita que Vivian fez a coisa certa ao procurar imediatamente a sua médica. “O risco de infecção é baixo, mas, quando ocorre, exige uma terapia imediata, à base de antibióticos”, garante o médico. No caso de implante de silicone, Bermeo recomenda a retirada da prótese e uma nova cirurgia depois da erradicação da bactéria causadora do problema. Devido à agilidade de procurar ajuda médica, Vivian conseguiu manter o implante.

Índice baixo

O médico Ognev Cosac, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, avalia que o risco de infecção hospitalar em cirurgias plásticas de fato existe, mas o índice é baixo. As estatísticas internacionais indicam uma taxa 3%. “Ou seja: em cada 100 pessoas operadas, três podem desenvolver uma contaminação por bactéria”, detalha Ognev. A mais comum delas é a micobactéria, que afeta pacientes que fizeram lipoaspiração.

Segundo a Portaria do Ministério da Saúde nº 2616, de 1998, todos os hospitais devem ter uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, e é de responsabilidade do médico a escolha do local a ser realizada a cirurgia, que deverá seguir as normas de controle de infecção. “Além disso, no pré-operatório é feita a prevenção por meio de o uso de antibióticos para evitar os riscos do corpo contrair qualquer quadro infeccioso”, acrescenta Ognev. Segundo ele, o paciente pode conhecer antes da cirurgia o hospital onde será internado para observar como são feitos o atendimento, a higiene do lugar e o tratamento que os profissionais dão aos seus pacientes.

Antes e após a cirurgia

:: Faça todos os exames pré-operatórios. Eles medirão sua capacidade imunológica. Pessoas com diabetes, doenças autoimunes e crises de estresse têm baixa imunidade.

:: Conte ao médico possíveis casos de infecções não curadas. Às vezes, um foco infeccioso em um dente pode ser a porta de entrada para bactérias.

:: Siga todas as orientações pós-operatórias, como confecção de curativo, banhos e produtos a serem usados na área do corte.

:: Procure imediatamente o cirurgião se sentir febre ou inchaço e vermelhidão no local da cirurgia.

Fonte: cirurgiões plásticos Fausto Bermeo e Ognev Cosac, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Depois da epidemia

Em 2008, ocorreu uma epidemia de infecção provocada pela micobactéria, micro-organismo parente do bacilo da tuberculose. A micobactéria contaminou a cânula que suga a gordura na lipoaspiração e causou uma violenta infecção, que afetou dezenas de mulheres no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Entre 2003 e 2008, foram registrados 2.128 casos de contaminação.

Para enfrentar o surto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a esterilização líquida de artigos médico-hospitalares por meio de imersão. A proibição é válida para os artigos invasivos (em que há penetração da pele, mucosas ou tecidos) usados em cirurgias por vídeo, cirurgias abdominais e pélvicas convencionais, mamoplastias e cirurgias plásticas como a lipoaspiração.

Cada etapa de processamento do instrumental cirúrgico e dos produtos para saúde segue um procedimento operacional padrão, que deve ser amplamente divulgado e colocado à disposição para consulta dos funcionários. Cabe ainda ao responsável pelo Centro de Material e Esterilização (CME) do hospital ou clínica supervisionar todas as etapas de processamento dos artigos, mesmo que o serviço seja terceirizado.



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A Lipoaspiração é perigosa?

14:32


A divulgação na mídia de eventuais complicações envolvendo a lipoaspiração como o caso da funcionária do SBT Maria Nilda Oliveira Silva, por meio de notícias bombásticas, mesmo desconhecendo um laudo conclusivo das possíveis causas, tem gerado temor e insegurança nas pessoas que pretendem submeter-se a lipoaspiração, levando a crer que o procedimento é “muito perigoso”

Historicamente, em 1977, na tentativa de eliminar gordura localizada nas pacientes, sem que se deixassem cicatrizes pós-cirúrgicas, o cirurgião plástico francês Dr. Yves Gérard Illouz confeccionou uma cânula rudimentar para extrair ou lipoaspirar essa gordura excedente.

Em 1980, Dr. Illouz apresentou no Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica em Fortaleza (CE), sua técnica denominada lipoaspiração. Desde então, vem sendo criadas medidas de aprimoramento da técnica, como o refinamento do instrumental cirúrgico (cânulas) das anestesias, cuidados pós-operatórios e sistematização do método (aqui no Brasil muito bem direcionada em reuniões, fórum e congressos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), tornando o procedimento cada vez mais seguro.

A lipoaspiração é um método eficiente e não deve ser taxada como um procedimento “perigoso”. Existem sim os riscos inerentes a toda cirurgia como infecção, reações alérgicas a medicações ou anestésicos e tromboembolismos, riscos esses minimizados nos dias de hoje sob os cuidados de profissionais capacitados.

A avaliação antes da cirurgia inclui uma consulta cuidadosa, a analise sistêmica do paciente, e a solicitação de exames laboratoriais pertinentes. No intra-operatório preconiza-se maior conservadorismo nos volumes máximos de gordura retirada, que pode variar de 5% a 7% do peso corporal e igualmente não ultrapassar 40% da área corporal.

mportante entender que a lipoaspiração não pode ser encarada como um método de tratamento da obesidade, seu objetivo é a remoção de tecido gorduroso localizado. Pacientes com IMC acima de 32,5 devem ser evitados, pois apresentam risco cirúrgico consideravelmente maior.


Outro incremento a técnica é lipoescultura, que nada mais é do que a injeção de gordura anteriormente lipoaspirada em áreas especifica para melhorar o contorno corporal

Executada milhares de vezes todos os dias por especialistas em Cirurgia Plástica, Há mais de 30 anos a lipoaspiração tem ajudado muitos pacientes que sofrem com deposição de gordura localizada refratários a dieta ou exercícios físicos, sendo nossa modalidade cirúrgica mais realizada, seguida de perto atualmente pela prótese de mama.

Com essas informações espero combater a insegurança sobre lipoaspiração e ao mesmo tempo conscientizar as pessoas que a escolha de um bom profissional, é o primeiro passo para diminuir ainda mais os riscos inerentes do procedimento.

(*) Dr. Eduardo Henrique F. Monteiro. Especialista pelo MEC, AMB e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica


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Protocolo de Segurança em Cirurgia Plástica promete tornar mais clara relação entre médico e paciente

14:17


(Paranashop) - O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, estima-se que em 2009 tenham sido realizadas mais de 640 mil cirurgias plásticas no país.

Com a grande demanda surgem alguns problemas, por isso o Conselho Federal de Medicina (CFM), em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), está elaborando o Protocolo de Segurança em Cirurgia Plástica, que deve estar pronto em setembro para aprovação.

De acordo com o coordenador da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica do CFM, Antônio Pinheiro, o documento é como um roteiro que terá que ser registrado pelos profissionais detalhando etapas da consulta e do preparo pré-cirúrgico. “O objetivo é tornar diversas questões da cirurgia plástica bem claras e democratizadas entre paciente e médico. É importante ressaltar que o documento não substituirá o prontuário médico”, esclarece Pinheiro.

A cirurgiã plástica Léa Mara Moraes acredita que o Protocolo será muito bom para que o paciente tenha compreensão de todas as etapas do procedimento cirúrgico. Ela também destaca a importância do médico com especialização na área e ligado à SBCP para um procedimento dessa natureza.



A legislação brasileira permite que o médico, após seis anos de faculdade, atue em qualquer área da medicina, incluindo a cirurgia. Ele pode, teoricamente, trabalhar como cirurgião plástico, mas não pode intitular-se como tal, o que seria considerada uma infração ética. Porém, a Resolução 1.621/2001 do CFM dispõe que a cirurgia plástica é uma especialidade única e que só deve ser exercida por médicos devidamente qualificados, utilizando técnicas habituais reconhecidas cientificamente, com o objetivo principal de trazer benefício à saúde do paciente, seja física, psicológica ou social.

Preocupado com a atuação na área, o Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) também elaborou uma resolução para normatizar a atividade no Estado. A RN 153/2007 trata sobre a regulamentação dos consultórios e clínicas especializadas onde se realizam procedimentos médicos em cirurgia plástica. Além de estabelecer critérios e exigências para a prática profissional, a normatização estabelece mecanismos capazes de desestimular quem realiza a atividade sem condições técnicas, éticas e sanitárias.

Tanto CFM e SBCP têm tomado iniciativas para coibir práticas suspeitas e oferecer segurança ao paciente, que também deve prestar atenção em diversos pontos para ter bons resultados em uma cirurgia plástica. “O primeiro passo é escolher o profissional. Procurar saber sobre o trabalho do médico, conversar com quem já foi atendido por ele e pesquisar sobre o local em que são feitas as cirurgias”, diz Léa. Outra dica é verificar se o profissional tem título de especialista cadastrado no CRM-PR e na SBCP.

Além de conhecer o profissional, deve-se estar atento à forma de pagamento – prazos e preços muito abaixo dos praticados pelo mercado – e no profissional que promete resultados maravilhosos. “Os profissionais preparados dão muito mais importância à segurança e à satisfação do paciente do que atrair clientes com preços baixos. Também não existe a possibilidade de prometer como ficará o resultado da cirurgia. Fazemos uma previsão”, explica a cirurgiã.

Os resultados dependem não só do cirurgião, mas também do corpo do paciente, de como será a resposta do sistema imunológico à intervenção e se as recomendações foram seguidas à risca. “Não tem como o paciente trazer a foto de uma artista e querer ficar igual. Cada rosto tem a sua harmonia, o que fica bonito em alguns pode não ficar em outros. Se algum profissional prometer isso, desconfie”, argumenta Léa.

A cirurgiã acredita que o Protocolo de Segurança em Cirurgia Plástica será mais uma forma de dar segurança ao paciente. Pinheiro lembra que o documento não exime de complicações uma cirurgia. “Qualquer procedimento envolve riscos. Pode ocorrer um problema que não foi previsível. Assim, o Protocolo não pode significar uma arma, mas um documento de concórdia”, comenta.

O documento terá registrado os seguintes itens: identificação do paciente, patologia, indicação, discussão do caso com o paciente, riscos, exames pré-operatórios, visita pré-operatória, consulta pré-anestésica, qualificação do profissional, qualidade do local de atendimento, equipamentos específicos, etapas do ato cirúrgico (preparo do paciente, instalação do ato anestésico, início e fim da cirurgia e remoção) e também do pós-operatório.

O coordenador dos trabalhos explica que o documento está sendo discutido e elaborado. “Ainda não se tem ideia de como será implementado, pois não existe uma normatização central. Estamos em fase de reuniões para que em setembro possamos levá-lo para aprovação da plenária (do CFM)”, finaliza Pinheiro.


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Mulher morre após cirurgia de lipoaspiração em São Paulo

08:27

(Band) - Uma mulher de 40 anos morreu após passar por uma cirurgia plástica no Hospital na zona oeste São Paulo. Ela passou por uma lipoaspiração no abdome, nas costas e por uma cirurgia de implante de silicone nos seios. Após rebceber alta, a funcionária do SBT Maria Nilda Oliveira Silva, começou a sentir dores de cabeça, tontura e vômito e acabou morrendo na UTI do hospital.

Segundo nota divulgada pelo hospital, o médico responsável pelo procedimento, Eberson Coimbra Pires Moreira, atende em uma clínica na Bela Vista, região nobre da cidade, e havia sido contratado por Maria. Ele acompanhou a paciente na UTI após ela passar mal.

O corpo foi enterrado em um cemitério em Carapicuíba, na Grande São Paulo, na tarde do último domingo, dia 20. A família suspeita de negligência.


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Segundo pesquisa, mais de 1700 pessoas fazem plástica por dia no Brasil

07:38


No ano passado, foram realizadas 640 mil cirurgias, segundo o Ibope.
Mulheres preferem silicone, homens querem corrigir pálpebras e nariz.

(G1) - Mais de 1.700 pacientes fazem cirurgia plástica no Brasil a cada dia, mas o que os brasileiros mais querem mudar na mesa de cirurgia?



Quase todo mundo acha que dá para melhorar alguma coisa no corpo. Uma pesquisa inédita feita pelo Ibope em todo o país estima que, no ano passado, foram realizadas mais de 640 mil cirurgias plásticas no Brasil, 82%, em mulheres.

Elas preferem corrigir as imperfeições do pescoço para baixo: principalmente nas mamas. Em segundo lugar, lipoaspiração combinada com outras operações. Já os homens se preocupam mais com o rosto: pálpebras e nariz.

Há dois anos, o empresário Aílton Ferrari fez plástica em volta dos olhos, além de uma lipoaspiração. Achou que era o caminho mais curto para entrar em forma. "Sou meio preguiçoso, apesar de ter sido professor de educação física no passado, hoje não pratico", afirma o empresário.

Para esses mais preguiçosos, até silicone tem sido usado. Próteses para o queixo, peito, bumbum e já tem gente desenvolvendo silicone para deixar aquela barriga tanquinho sem ter que fazer abdominais.

Ainda assim, em 99% dos casos, as próteses de silicone são colocadas em mulheres. Adivinha o lugar preferido: o bumbum fica em um distante segundo lugar. No ano passado, as mulheres colocaram próteses de silicone de 275 mililitros, em média, e elas querem cada vez mais.

"Os volumes usados antigamente variavam em torno de 150, 200, 220 mililitros. Hoje o mais comum, 280, 300, 350 e em alguns casos até um pouco maiores", afirma a cirurgiã plástica Luciana Pepino.

Segundo o coordenador da pesquisa, Ewaldo Bolívar, os médicos têm o papel de orientar as mulheres e evitar exageros. "O cirurgião plástico é o psicólogo com bisturi na mão. O que você pode orientar é o que você pode trazer de bem para a pessoa, não o que a pessoa está fantasiando, uma coisa que não pode de jeito nenhum", diz.





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Segurança em Cirurgia Plástica

14:44


A segurança do paciente é uma preocupação constante dos profissionais da saúde, em especial, na hora de ministrar um medicamento ou de realizar uma operação.

Médicos de todas as especialidades, e incluem-se também dentistas e enfermeiros, devem seguir as normas de higienização, assepsia, adequação de equipamentos e de centros cirúrgicos determinadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Porém, o que acentua ainda mais a questão é a falta de informação entre médico e paciente, item que não há como ser fiscalizado por nenhuma entidade ou órgão público, já que a consulta, terapia, tratamento e acompanhamento são uma relação de caráter sigiloso.

Quando o assunto permeia a cirurgia plástica, a discussão se torna bastante acalorada. Isto porque, a princípio, uma intervenção desta natureza é tida por muitos como “supérflua”, haja vista, que a grande maioria tem objetivo estético. A pesquisa nacional realizada pelo Instituto Datafolha para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e apresentada em janeiro do ano passado revelou que 73% das operações plásticas no País são estéticas, ao passo que 27% são reparadoras de deformidades causadas por doenças ou acidentes.

Justamente por isso, não é incomum a insatisfação de pacientes se transformar em ações judiciais e nos raros casos de complicações seguidas de sequela ou óbito (a cirurgia plástica apresenta um dos menores índices entre todas as especialidades médicas) ganhar espaços nos noticiários. Em todas as situações, há que se analisar cada caso para descobrir a origem do problema e apontar quem tem a razão.

Precaução

Não foi à toa que a segurança do paciente teve lugar entre os temas centrais do XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, realizado em março, em São Paulo. A partir do debate que envolveu especialistas brasileiros e estrangeiros a SBCP está redigindo um protocolo de avaliação de risco cirúrgico para que todos os profissionais associados tenham o bom senso de segui-lo – bem antes de pensar em segurar o bisturi. Inicialmente, é uma recomendação. Mas, se o documento for referendado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), passa a ser norma obrigatória em qualquer procedimento da especialidade, estético ou reparador.

Zulmar Accioli dVasconcellos, professor do curso de medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e diretor tesoureiro da seccional catarinense da SBCP, acredita que o caminho natural será este, pois “há um sentimento crescente dos cirurgiões plásticos em relação à segurança do paciente”. Os itens deste protocolo é que avalizam o candidato à cirurgia e devem ser de conhecimento da população, o que diminuiria sensivelmente a ação de falsos médicos ou médicos sem a formação necessária para operar, “coisa que a legislação brasileira permite, facilitando a ocorrência de casos de deformação e até morte”, explica. A orientação é uma só: informe-se sobre o cirurgião e sobre a clínica junto à SBCP de seu estado.

Consentimento

Ainda assim, observando-se a necessidade de um maior esclarecimento da parte leiga acerca de resultados e efeitos colaterais de uma cirurgia plástica, as direções estaduais da SBCP e do Conselho Regional de Medicina (CRM) trataram de elaborar iniciativas que alertassem o público sobre os limites deste tipo de procedimento cirúrgico.


Em Santa Catarina, por exemplo, foi adotado o uso imprescindível de um termo de consentimento pós-informado, por meio do qual o paciente atesta que está ciente de todas as etapas da operação e de suas possíveis consequências. Segundo Accioli, que participou da organização desta carta padronizada, “formalizar a transmissão do conhecimento científico ao paciente é uma forma de protegê-lo, como também ao médico que o atende”.


Constam no texto explicações, por exemplo, sobre a inevitável existência de cicatriz, ainda que se busque torná-la o mais imperceptível possível; formação de edema, descoloração ou aumento da pigmentação da pele e equimose por período indeterminado; dor pós-operatória em grau de intensidade variável; perda ou aumento temporário de sensibilidade ou mobilidade nas áreas operadas; possível necessidade de retoque, refinamento ou cirurgia complementar; próteses que aumentam as mamas, mas não impedem a queda dos seios; tabagismo, drogas e álcool como desencadeadores de complicações; contraturas e infecções; e a primeira delas: a cirurgia plástica limita-se apenas a melhorar a forma do corpo e isso pode não coincidir com o desejo do paciente em inserir-se a qualquer custo a um padrão de beleza vigente, acarretando-lhe inclusive um contorno corporal desfavorável.

Artigo enviado por:

Marcos Reichardt Cardoso (SC 00461 JP)
Assessoria de comunicação:
(48) 9972-0991
marcosreichardtcardoso@yahoo.com.br


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Normas de segurança para plásticas serão revisadas

14:40


Com as recentes de mortes durante operações, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica debate regras formuladas em 2003
(Abril) - Desde 2003 as normas de segurança impostas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) para os procedimentos de operações não são revisadas. Com tantas novidades tecnológicas e o aumento do número de procedimentos, concordam os médicos, repassar o protocolo é essencial.

A SBCP prepara o novo documento com mudanças importantes, informa a edição desta quarta-feira (14) do jornal “Folha de S. Paulo”. Entre elas estão a definição dos exames que devem ser exigidos antes das operações; a limitação do número de procedimentos em uma mesma cirurgia; a especificação do tipo de anestesia para cada caso e a restrição de plásticas em adolescentes.

Segundo entrevista de Nelson Edy Gerra, presidente da SBCP, ao diário paulista, estima-se que o Brasil registre cerca de 700 mil plásticas por ano. “Dados do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) mostram que 97% dos erros foram feitos por profissionais que  não eram cirurgiões plásticos”, reforça.

O médico que busca o título de especialista em cirurgia plástica precisa fazer dois anos de residência em cirurgia geral e três anos em cirurgia plástica. Depois, se submete às provas da SBCP e torna-se, por fim, membro da sociedade.
 

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Despesa com cirurgia plástica pode ser abatida do IR

14:33


(FOLHA ONLINE)- As despesas médicas comprovadas, independentemente da especialidade, são dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda. A dedução vale até para as despesas relativas à realização de cirurgia plástica, reparadora ou não, com a finalidade de prevenir, manter ou recuperar a saúde, física ou mental, do paciente.
As despesas com prótese de silicone não são dedutíveis, exceto quando o valor integrar a conta emitida pelo estabelecimento hospitalar relativamente a uma despesa médica dedutível. Por exemplo: uma prótese de silicone implantada em decorrência de uma cirurgia para retirar câncer no seio. Nesse caso, a despesa é dedutível, uma vez que a cirurgia para retirar o câncer pode ser abatida.

Esse entendimento foi adotado pela Receita Federal ao final do ano passado, por meio de norma interna, mas ainda não havia sido divulgada. O supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, disse que a norma interna foi criada devido à falta de entendimento único entre os auditores da Receita, uns aceitam o abatimento, enquanto outros não.

Entregas

Até as 16h de ontem, a Receita já tinha recebido 11,07 milhões de declarações, ante 11,77 milhões entregues até a mesma data em 2009. Para este ano a Receita prevê receber 24 milhões de documentos. O prazo de entrega termina dia 30 deste mês.

O contribuinte que perder o prazo de entrega pagará multa mínima de R$ 165,74; a máxima é de 20% do imposto devido. A partir deste ano, não será mais obrigatório à pessoa física sócia de empresa apresentar declaração de IR. Esse tipo de contribuinte só terá que apresentar declaração se cair em um dos outros quesitos de obrigatoriedade.

Outra mudança relevante será o aumento do limite de isenção de bens. Até o ano passado, teria que entregar declaração o contribuinte que tivesse bens em valores acima de R$ 80 mil. A partir deste ano, o valor subirá para R$ 300 mil.

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Olheiras e bolsas de gordura: problemas que provocam desarmonia no rosto

12:44


Sempre associamos olheiras a noites mal dormidas, mas estresse, cansaço físico e emocional, genética, alterações hormonais e TPM também integram a lista dos responsáveis pelo aparecimento das temíveis sombras abaixo dos olhos.

(SEGS) - “Sob a fina pele abaixo dos olhos, localiza-se um tecido subcutâneo frouxo, onde estão espalhados pequenos vasos sangüíneos. A fadiga libera substâncias químicas que estimulam a vasodilatação. O resultado é um maior afluxo de sangue nessa área, formando-se, assim, uma espécie de sombra na pele. É a olheira”, explica o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.

O incômodo que as olheiras provocam é enorme. Envelhecem, dão a impressão de cansaço, de desleixo... Ou seja, uma porção de características negativas para quem as estampa no rosto. “O aspecto escurecido ou avermelhado das olheiras é provocado pelo depósito de melanina na região, dilatação dos vasos sanguíneos ou congestão vascular.

Existem também olheiras que se formam, quando a região abaixo dos olhos é mais funda que o normal, formando uma sombra, devido à formação óssea da pessoa e enfatizando os vasinhos ou o acúmulo de gordura, que marcam o rosto”, explica o cirurgião plástico.

A melhor maneira de prevenir o aparecimento das olheiras é seguindo a fórmula da vida saudável: alimentação balanceada, exercícios físicos, noites bem dormidas, nada de abusos... “ Mas quando é necessário tratar o problema, existem alternativas para todos os tipos de olheiras. Algumas medidas são velhas conhecidas: compressas frias de chá de camomila, cosméticos com ativos despigmentantes e peelings clareadores. Quando o quadro é mais complexo, pode-se indicar preenchimentos e até mesmo uma cirurgia plástica”, explica o médico.

Preenchimento para olheiras

Para tratar olheiras muito profundas, é possível fazer um preenchimento da área com ácido hialurônico. “Esta alternativa é indicada para pessoas que têm a região abaixo dos olhos mais funda, o que ajuda a formar a sombra, devido à conformação óssea do local. Ao contrário do tratamento de rugas, onde o preenchimento é aplicado superficialmente, aqui, é preciso fazer uma aplicação mais profunda da substância para combater as olheiras”, explica o médico.

O efeito pode ser percebido dentro de um a quatro dias, após a aplicação da substância, período necessário para que o inchaço regrida. “Além de o ácido hialurônico preencher a região por ocupar volume, ele também estimula a produção de colágeno, melhorando a textura da pele do local. O efeito pode perdurar por até um ano, depois, a substância é reabsorvida pelo organismo”, diz Ruben Penteado, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Plástica para pôr fim às bolsas de gordura e às olheiras

Além de retirar as bolsas de gordura dos olhos, a blefaroplastia contribui também para o fim das olheiras. “Esse procedimento não é indicado para casos em que a pessoa apresenta apenas a região abaixo dos olhos, escurecida. É preciso que a olheira seja caracterizada também pelo volume extra na região abaixo dos olhos”, explica Penteado.

A blefaroplastia consiste em fazer uma pequena incisão na mucosa abaixo dos olhos, através da qual o cirurgião plástico retira as bolsas de gordura. No pós-operatório, a recomendação é fazer compressas frias e evitar a exposição ao sol. “Os resultados podem ser percebidos logo após a regressão do inchaço, o que costuma acontecer entre 07 sete e 14 dias, após a cirurgia, quando o paciente ganha um olhar rejuvenescido e livre das olheiras”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.



Leia mais - (segs.com.br)

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Médico é indiciado pela morte de jornalista em Brasília

16:34



O médico Haeckel Cabral, responsável pela cirurgia da jornalista Lanusse Martins, foi indiciado por homicídio doloso. Ela morreu durante uma lipoaspiração em uma clínica, em Brasília. Leia mais...

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